Futebol, mulher, cinema, música, política e outros assuntos de botequim.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Deu na Folha hoje
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Utilidade pública
Lançamento da Festa da Costela
Os convidados terão direito a um open bar com refrigerantes, cerveja, vodka
e sagatiba, além de um open food, com a deliciosa costela assada em fogo no
chão.
terça-feira, 5 de abril de 2011
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Reinaldolandia tem inauguração mudada pela segunda vez
A festa de inauguração do Parque Temático que aconteceria no próximo sábado foi antecipada para sexta-feira, às 19h. A abertura do equipamento deveria ter acontecido no sábado pasado, mas devido ao mau tempo, foi adiado para o dia 9. Agora, a Prefeitura resolveu adiantar, talvez parta não coincidir com a vinda do CQC Danilo Gentili à cidade (vai que arrumam uma pauta sobre o Parque Temático...)segunda-feira, 4 de abril de 2011
Quem disse que técnico não ganha jogo?
Como palmeirense, o atual elenco alviverde me deixa melancólico, especialmente em comparação com as esquadras que já vestiram o glorioso uniforme esmeraldino. Mas graças a Luiz Felipe Scolari não apenas escapamos dos vexames como ainda nos candidatamos a vencer o Campeonato Paulista. Sei que Juca Kfouri e muitos outros são a favor da extinção das competições estaduais, mas estas são não apenas mais tradicionais, como estimulam rivalidades que, de outra forma, não encontrariam palco, como Sport x Santa Cruz, Baia x Vitória e tantos outros rivais que disputam divisões diferentes do Brasileiro. Ademais, ninguém quer jogar fora as estatisticas de quem conquistou as taças estaduais mais vezes.Para o Paulistão, até que dá pé, mas para o Brasileirão e até a Copa do Brasil, são outros quinhentos. Maikon Leite vai bastar? Temos reservas capazes de apoiar um campeonato desgastante como o Brasileiro? Já passou do tempo de voltarmos a conquistar títulos importantes.Felipão no banco é a única coisa que me anima.
sábado, 2 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Jantar gastronômico
Começamos bem com o muse en bouche Tartare de atum vermelho ao azeite extra-virgem, biscoito de gergelim mel de eucapilo e açucar mascavo que já foi uma festa.
A entrada foi polenta cremosa ao queijo brie com chantily de botarga (ovas de tainha, o chamado caviar brasileiro) ao alecrim que estava divina.
Como primeiro prato, tivemos filé e robalo vestido de algas, manteiga e maracujá e julienne de legumes, muito saboroso.
O prato principal foi simplesmente fantástico: medalhão de filé mignon à la ficelle, manteiga de vinho de zimbro e mignonette, frigideira de champignons de Paris e shiitake e pure de mandioquinha ao azeite de trufa branca. Quase chorei.
Apesar de Kleber Patricio lamentar a falta do peit gateau, desde a chegada do chef Sebastien Michaut ao Le Triskell as sobremesas tem ficado mais criativas e diferentes de tudo que se acha por aí. Na quinta, o fechamento do jatar gastronômico foi um nougat glace de caju, amendoas e pistache ao perfume de tangerina e mel de eucalipto, coulis de framboesa e lavanda que me fez chegar em casa em estado de graça, ainda mais movido pelos argentinos Escorihuela Gascon Viognier branco e Lauri Viana Brandi 2006, assemblenge de Malbec, Merlot e Sirah, como acompanhamento em taça.
Verdade ou Primeiro de Abril?
terça-feira, 1 de março de 2011
Notas sobre o Oscar
Sei que meus 17 leitores aguardam alguma manifestação minha sobre o Oscar, entregue domingo á noite, mas como segunda é dia de fechar edição de terça da Tribuna, só agora tenho tempo e disposição para comentar. Deu o óbvio, num ano em que não houve grandes filmes, bem diferente de três anos atrás, quando três obras de gente grande disputaram a estatueta principal: “Onde os fracos não tem vez”, “Sangue Negro” e “Desejo e Reparação”. Mas é assim mesmo, há safras boas e outras nem tanto, como esta.
Não sei o que alguns vêem em James Franco (minha cena favorita de “Besouro Verde” é quando ele confronta Cristoph Waltz, que o manda pelos ares), para mim um canastrão incorrigível. Anne Hattaway fez o que se esperava dela: foi linda, sorridente e vestiu uma infinidade de modelitos deslumbrantes durante a festa. Alguém comentou com razão que em três minutos Billy Cristal arrancou mais gargalhadas que a dupla oficial de apresentadores durante a noite toda.
Clemance pediu que eu dissesse algo sobre Kirk Douglas, para ela a reencarnação de Moon-Rá. O inesquecível Spartacus, mesmo alquebrado, mostrou do que eram feitos os astros de antigamente, cantou a bela Anne, fez graça com sua idade e roubou a cena. Incrível como seu filho Michael, um ator inferior, tem um Oscar e ele não. O currículo de Kirk tem “A Montanha dos Sete Abutres”, “Assim estava escrito”, “Sede de Viver”, “Sem lei e sem alma”, “Glória feita de sangue” e “Spartacus entre outros”. Não é para qualquer zé mané.
Voltando à premiação propriamente dita, curiosamente, a maioria dos críticos brasileiros consideram “Toy Story” 3 o melhor dos 10 filmes indicados, mas sem chances de ganhar. Na categoria Longa e Animação era a barbada absoluta, ainda mais concorrendo contra apenas dois adversários, “Como treinar seu dragão” e “O Mágico”, deixando de fora “Meu malvado favorito”, “Shrek para sempre” e “Enrolados”. Pela presente produção e o nível da categoria atualmente, já era hora de colocaram cinco finalistas para lutar pelo prêmio.
No mais, Natalie Portman consolida-se como estrela de primeira grandeza (note, só o Oscar não garante isso, vide Hilary Swank, que tem dois, mas que não é nem uma grande estrela nem um ícone da interpretação), Colin Firth entra para o rol dos atores britânicos que os americanos adoram reverenciar e pouca coisa muda para os coadjuvantes Melissa Leo – que vai continuar coadjuvante – e Christian Bale – que vai continuar alternar superproduções como a franquia “Batman” e produções independentes.
