segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A Marvada

Se a programação seguir o planejado, hoje um PM daqui estará sendo treinado para operar o bafômetro que será doado à 4ª Cia. de Indaiatuba do 47º Batalhão da Polícia Militar do Interior pelo prefeito José Onério. O equipamento custou R$ 6.700,00, que equivale aproximadamente a 100 garrafas de Johnny Walker Red Label no supermercado.
As más línguas dizem que o aparelho tivesse chegado antes das eleições, tem vereador eleito que corria o risco de ser apanhado pelo bafômetro em plena campanha.

A eleição na região

De todas as análises que li sobre a vitória do doutor Hélio (PDT) no primeiro turno em Campinas, todas esquecem o fato mais importante: que ele é a primeira administração decente após dois desastres que se abateram sobre a cidade vizinha. A gestão de Chico Amaral teve o efeito equivalente ao furacão Katrina em Nova Órleãs - remember Parque Oziel - e o que devia ser a redenção da Cidade das Andorinhas, a eleição de Toninho do PT, acabou em tragédia no dia 10 de setembro de 2001, levando à ascensão da despreparada Izalene Tiene à cadeira de prefeito.
Hélio dos Santos soube fazer uma administração para as classes A, B, C e D, conseguindo verbas do governo federal para a realização de diversas obras, mas uma de suas manobras mais importantes foi a proposta para a mudança do traçado da ampliação do Aeroporto de Viracopos, evitando a desapropriação de áreas invadidas, como o Campituba, que estavam atravancando o projeto.

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Em Itu o prefeito Herculano Jr. (PV) se reelegeu com 85,2% dos votos válidos, consolidando de vez uma nova dinastia política na cidade, já que sua mulher, a indaiatubana Rita Passos, é deputada estadual. Em Salto, outra reeleição tranqüila: Geraldo Garcia (PDT) obteve 80,19% dos votos. Em Elias Fausto deu Cyro, do PT, com 50,18% dos votos. Em Monte Mor, Rodrigo Maia se elegeu com 47,47%.

Notas de uma eleição

A apuração da eleição em Indaiatuba acabou oficialmente agora há pouco, confirnado o que todo mundo já sabia, que o novo prefeito de Indaiatuba será o deputado federal Reinaldo Nogueira (PDT), com 68.063 votos. Como isso represernta 69,80% dos votos válidos, Reinaldo terá que pagar a aposta feita com a editora-chefe da Tribuna de Indaiá, Cynthia Santos, que disse que ele teria menos que 70%, índice que obteve em sua reeleição à Prefeitura de Indaiatuba em 2000. Como se isso fosse pouco.

As surpresas foram reservadas para a eleição dos vereadores. Quando muitos acreditavam numa renovação mínima, cinco novos nomes entram para a Câmara. O médico e vereador Túlio José Thomaz do Couto (PPS) foi o mais votado, com 3.873 (sempre disse que ninguém chegaria a 4 mil, embora alguns sonhassem com 6 mil votos), que também não deixa de ser inusitado, já quele não aparecia na lista dos mais-mais nas pesquisas. Atrás dele, vêm dois novatos, Hélio Alves Ribeiro (PSB), com 3.654 votos; e Agostinho Andrade Junior (PPS), com 3.583. O PDT, partido do prefeito eleito, só fez o quarto mais votado, o vereador, ex-secretário da Saúde e cardiologista Luiz Carlos Chiaparine (3.470 voto) mas obteve cinco cadeiras com as eleições de Maurício Baroni Bernardinetti (3.243). Osmar Ferreira Bastos (2.328), Luiz Alberto Pereira, o Cebolinha (2.296) e a ginecologista Vera Maria Curi Spadella (1.835). O verador Fábio Marmo Conte completa o quadro de eleitos do PSB com 2.679 votos; o PP reelegeu Gervásio Aparecido da Siva, com 2.997 votos; e elegeu o dentista Helton Antônio Ribeiro, com 1.458. O PT conseguiu fazer uma cadeira, levando de volta à Câmara o professor Carlos Alberto Resende Lopes, o Linho, com 1.693 votos, o que significa que haverá alguma oposição formal ao governo.

Surpresa maior, talvez, seja entre os que não conseguiram se eleger, como Djalma Cesar de Oliveira, o César da Cidade do Sol, do PPS, que sonhava até em ser presidente da Câmara, mas seus 2.564 o credenciam a ser apenas suplente, ainda que com chances de exercer a vereança. Da mesma coligação, só que do DEM, o atual presidente da Câmara Nelson Laturraghe, o Nelsinho do Ferro-Velho, teve 1.894 e a segunda suplência. No PSB, o ex-presidente da Câmara e ex-superintendente da Fiec, João Martini Neto, com 2.024 votos, ficou na segunda suplência, atrás do sobrinho do prefeito José Onério, Ocimar José da Silva, com 2.425. De certa forma, esperava-se que, se o PT fizesse um vereador, esse fosse Jânio Ribeiro, que acabou suplente com 1.592 votos.

Curioso notar que o candidato a prefeito petista e segundo colocado no pleito, José Aristéia Pereira, teve 20.337 votos, enquanto a coligação que o apoiava teve 12.275. A candidata tucana Maria Rosana Ferrari Nassar teve 9.109 votos enquanto os candidatos a vereador do PSDB apenas 2.389 .

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Política sem especulação não existe, portanto enquanto aguardávamos os resultados finais, os jornalistas, fiscais de partido e outros presentes à apuração tentávamos imaginar qual o cenário político a partir de janeiro. Por exemplo, Chiaparine voltará à Secretaria da Saúde? Bem que ele gostaria, mas além de terem sido eleitos outros quatro candidatos da área da Saúde, e o dentista Helton Ribeiro recebeu especial atenção do prefeito eleito durante a campanha. A ginecologista Vera Spadella chegou pela terceira vez à Câmara e nas ocasiões anteriores ela trocou sua cadeira por um cargo de diretora na Secretaria da Saúde. Só que, com o recente aumento aprovado no Legislativo, a partir do próximo ano o salário do vereador ultrapassará os R$ 6 mil, e os vencimentos de um diretor de departamento são bem menores. O professor Linho é um dos principais nomes do PT na cidade, mas também foi muito amigo do prefeito eleito, sendo responsável por costurar um acordo do partido com a primeira administração de Reinaldo, que deu a Secretaria de Governo a Carlos Olímpio e a Superintendência da Fiec a ele mesmo. Agora de volta à Câmara, Linho vai ser oposição mesmo como prometeu na campanha?

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Acompanharam a apuração a Tribuna da Indaiá, o Exemplo, o Votura, o Mais Expressão, a Rádio Jornal, o Programa Por Aí e o Gente etc... na pessoa deste blogueiro. Ficaram até o fim, já na madrugada de segunda, a Tribuna, o Exemplo, o Votura e o Gente etc... A Tribuna tem edição na terça e o Exemplo pretendia soltar uma edição extra hoje. O que a Juliana Holanda, repórter do Votura que deu o mais importante furo da reta final da campanha (leia post abaixo) e este que vos fala estavam fazendo até aquela hora, já que só temos edição no final da semana? Sem falar no fato de que a Internet estava recebendo os dados da apuração mais rápido que nós no Cartório Eleitoral local. O instinto jornalístico, o impulso de querer estar o centro dos acontecimentos é uma das coisas que definem quem é ou não é jornalista. Isso não é nenhum auto-elogio porque eu estava lá, não. Jornalismo é uma doença, muito mais que uma vocação ou um diploma na parede.

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Nas fotos, a aglomeração em frente ao cartório lá pelas 21h; a movimentação durante a apuração; e os eleitos pelo PSB, Hélio Ribeiro e Fábio Conte, que apareceram no final da apuração.


Correção: esqueci de citar a Quanta Notícia, o novo site informativo da cidade, que também ficou até o fim da apuração e torcendo demais. Quando saiu o resultado dos eleitos, só faltou soltar rojão, não por quem entrou, mas por quem saiu...

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Edição esgotada

A edição de hoje do Votura esgotou nas bancas, só que, paradoxalmente, ninguém vai lê-la. Um homem andou comprando todos os exemplares à venda. O que tinha no jornal? Uma matéria sobre rombo no Seprev e a notícia de que o Ministério Público pediu a cassação da candidatura do Gervásio. Nada demais...

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Maiores detalhes leia em http://www.jornalvotura.com.br/pagnoticias_votura.asp?id=909

Novo blog


Tem blog novo no pedaço: é o SAthiSFACTION, do Thiago Tarran, em que ele pretende fazer algo diferente de tudo o que está aí, além de dar vazão à sua constante indignação com o Brasil e tudo o que está aí.

Feira da Bondade Apae


As inscrições para os expositores da tradicional Feira da Bondade, realizada em Indaiatuba há nove anos pela APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), começam no dia 8 de setembro. A feira será realizada do dia 13 ao dia 16 de novembro, no Pavilhão da Viber.

O evento faz parte do calendário oficial da cidade e durante oito anos foi realizado na primeira quinzena de dezembro. Neste ano a diretoria da instituição decidiu alterar a data da Feira da Bondade para a primeira quinzena do mês de novembro, pois assim não coincidirá com o início do horário de funcionamento das lojas no período que antecede o Natal. Dessa forma os expositores que possuem comércios na cidade poderão comercializar seus produtos na feira sem atrapalhar as vendas de final de ano.

Mas a novidade não fica somente por conta da nova data. O espaço para as barracas foi aumentado, o que facilita o trânsito dos visitantes e aumenta o conforto dos expositores. A diretoria da APAE disponibilizou uma grande quantidade de estandes, que irão preencher o Pavilhão da Viber.

É importante que os comerciantes se adiantem para a reserva dos boxes, pois a Feira da Bondade já se tornou um evento tradicional para os moradores de Indaiatuba e região, e a cada ano o número de visitantes da feira aumenta. Para 2008 a estimativa é de 17 mil pessoas, nos quatro dias de evento.

Além de arrecadar fundos para a APAE manter todas as atividades que oferece gratuitamente aos cerca de 500 alunos e pacientes, o evento ajuda também outras entidades da cidade que sobrevivem através de doações e verbas arrecadadas com eventos.

A Praça de Alimentação ficará a cargo de algumas entidades da cidade, como os Escoteiros, Volacc (Voluntárias de Apoio no Combate ao Câncer), Alvorada Cristã, ABID (Associação Beneficente Irmã Dulce) e Creche Mãe Rainha. Cada entidade terá a responsabilidade de oferecer um tipo de alimento.

Para os comerciantes e artesãos interessados em vender seus produtos na feira, é necessário entrar em contato com a instituição para que as atendentes informem os documentos necessários.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Para entender a crise

Esperando o dia seguinte

por Luis Nassif no blog http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=9174

A experiência com as crises nacionais dos anos 80 e 90 ensina uma lição: jamais tente projetar o sentimento de um dia de pânico para o futuro. Depois do pânico, sempre há o alívio de ver que o mundo não se acabou.

No momento, tem-se uma crise financeira de monta, que terá que ser contida nos próximos dias. Depois, se avaliarão os estragos no mercado financeiro e, especialmente, na economia real.

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O Plano Paulson – de ajuda ao sistema financeiro norte-americano – foi derrotado no Congresso pela insensibilidade política. Havia várias maneiras de torná-lo palatável. A mais óbvia era centrar a ajuda nos mutuários.

Veja bem: há uma crise no sistema de crédito mundial, cujo epicentro é a inadimplência dos mutuários de financiamentos habitacionais nos Estados Unidos. Um plano que permitisse a recomposição dessas dívidas – dilatando prazos ou concedendo benefícios fiscais – ajudaria na recuperação dos títulos podres.

Em vez disso, o Secretário do Teosuro Henry Paulson e o presidente do FED, Ben Bernanke, concentraram a ajuda nas instituições financeiras. O plano trocaria títulos ruins delas por títulos do Tesouro. Depois, o governo veria o que fazer com esses títulos.

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Havia dúvidas de monta na aprovação do plano. Primeiro, por não impor perda nenhuma aos bancos: as dívidas seriam trocadas por seu valor de face. Nem aos gestores – que continuariam a receber seus bônus milionários.

Criou-se, aí, um efeito contrário que se propagou por blogs e sites de Internet.

No final de semana, lideranças democratas e republicanas chegaram a um meio termo. Os bancos teriam que repassar ações ao Tesouro em troca do apoio. Depois de recuperados, as ações se valorizariam permitindo ao contribuinte americano se ressarcir.

Também teriam que limitar os ganhos de seus executivos. E haveria mudanças na lei de execução de hipotecas para beneficiar os mutuários – como foi feito por Franklin Delano Roosevelt em 1933.

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Os ajustes chegaram tarde. Não havia tempo físico para um detalhamento. Com isso, passou-se a impressão de que o plano era para inglês ver, que os bancos receberiam a ajuda mas não cumpririam o que fora esboçado no plano. Fizeram os ajustes no final de semana e não cuidaram de divulgar adequadamente o conteúdo ou de definir de forma mais precisa as contrapartidas e as punições do sistema financeiro.

Some-se o fato de se estar em período eleitoral.

Agora, é tratar de aguardar os próximos passos.

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Do ponto de vista orçamentário, o tamanho do pacote de ajuda pode ser suportado pelo Tesouro americano. Além disso, a rejeição inicial do pacote não significará sua reprovação, mas provavelmente aprimoramento – graças aos inúmeros grupos de discussão existentes nos EUA.

Mas as marcas da crise financeira serão cicatrizes que demorarão anos para serem curadas. De repente, os consumidores americanos perderam imóveis, ações, a confiança no sistema financeiro e nas suas grandes corporações.

Os impactos sobre a economia real serão profundos – na forma de recessão das bravas.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Alternativas

A noite indaiatubana está numa mesmice de doer e as habituais opções campineiras - Andarilho, Seo Rsa - sempre têm fila. Recentemente conheci dois lugares muito legais na cidade vizinha, o Bar do Italiano, levado pelo amigo Thiago Tarran, e o Villa Miranda, inaugurado semana passada.

O Bar do Italiano fica numa casa antiga no Cambuí, e tem como atração o chope e cerveja Eisenbahn, fábrica de Blumenau recentemente absorvida pela Nova Schin. Mas a qualidade é a mesma, com um sabor diferenciado que faz a visita valer a pena. De terça a sexta na happy hour das 17h30 às 20h e sábado e domingo do meio-dia às 15h tem o chope em dobro, em que você paga um copo e toma dois. Além disso, as prateleiras são forradas de bebidas de qualidade, como uísques diversos e cachaças premium, sem falar nos petiscos com sotaque peninsular. O Bar do Italiano fica em Campinas (SP), na Rua Conceição, nº 860, no bairro Cambuí.

O Villa Miranda tem uma proposta de bar musical, com uma programação de segunda a segunda que talvez peque pelo ecletismo (tem desde sertanejo até chorinho, passando por blues e soul). O layout, entretanto, é muito legal, oferecendo opções de batidas a gosto do freguês - dentro do limite do bom senso, é claro - e comidinhas das quais destaco os caldos de feijão e mocotó, deliciosos. Além do mais, ele fica fora da muvuca do Cambuí e tem valet gratuito para os clientes. O Villa Miranda fica na Avenida Brasil, 1059, no Guanabara, pouco acima do Shopping Jaraguá.

Cineclube quinta-feira!


O Cineclube Indaiatuba traz na próxima quinta, dia 2, o filme “As Aventuras de Moliére – Um Irreverente e Adorável Sedutor”, do ex-crítico de cinema Laurent Tirard. A sessão será às 19h30, seguida por debate com o público e ingresso único a R$ 4,00.

Jean-Baptiste Poquelin, vulgo Moliére, é o nome mais conhecido da Santíssima Trindade do Teatro Iluminista Francês - junto com Corneille e Racine - tendo obras como “Tartufo”, “O Doente Imaginário”, “O Burguês Fidalgo”, “As Preciosas Ridículas” e “O Avarento” sendo montadas até hoje.

Mas que o expectador não espere uma biografia do dramaturgo ou alguma aventura conhecida de Moliére. O roteiro aproveita uma fase obscura da vida do escritor, logo após sua prisão por falência de sua companhia teatral. Oficialmente, ele teria sido libertado por influência do pai, que era tapeceiro real, mas no filme é o rico buguês Jourdain que o livra da cadeia, propondo-lhe em troca quer o eduque e que escreva cartas em seu nome pra que ele conquiste a jovem e bela viúva Celimène.

A partir daí, o roteiro do próprio diretor Tirard e de Gregoire Vigneron faz com Moliére o que “Shakespeare Apaixonado”, escrito pelo premiado dramaturgo Tom Stoppard e Marc Norman, fez com o Bardo inglês. Ou seja, reúne passagens da obra do escritor retratado e os costura na narrativa de forma a dar a entender que esses episódios vividos ou observados inspirariam o autor a escrevê-los mais tarde.

Assim, Moliére vai à casa do “burguês fidalgo” (Jourdain é o nome do personagem-título dessa peça) disfarçado de padre para ocultar sua missão e, lá, se interessa pela mulher deste, Elmire, nome da personagem feminina principal de “Tartufo”, apelido, aliás, adotado pelo próprio autor como falso religioso. Em outras situações de “O Burguês Fidalgo”, filha de Jourdain está apaixonada por um rico plebeu, mas o pai quer casá-la com um nobre para garantir um título à família e há ainda o fidalgo sem escrúpulos Dorante, que explora a boa fé do rico arrivista.

Esse tipo de história só funciona com autores cujas obras já caíram na cultura popular – casos de Shakespeare e Moliére. Dificilmente daria certo com Ben Jonson ou Racine, por exemplo. Se “Shakespeare Apaixonado” trazia Gwyneth Paltrow no auge da fama, coadjuvantes de luxo como Ben Affleck e Geoffrey Rush (recém “oscarizado” por “Shine”) mais um fabuloso elenco de coadjuvantes ingleses; “As Aventuras de Moliére” traz Romain Duris (“O Albergue Espanhol”), um dos atores mais requisitados do moderno cinema francês, como protagonista; Fabrice Luchini (“Confidências muito Íntimas”, “Coronel Chanert”) como Jourdain; Ludivine Sagnier (a ninfeta erótica de “Swimming Pool” e hoje uma das principais estrelas francesas) como Celimène (nome do objeto do desejo de “O Misantropo”, outra peça de Molíere); a italiana Laura Morante (“Medos Privados em Lugares Públicos” e “O Quarto do Filho”) como Elmire.

Novo japa em Campinas

Fui conferir ontem à noite o novo restaurante japonês de Campinas, o Kaizen, que fica em frente ao Shopping Iguatemi. Na verdade, não é apenas mais um japa na cidade, mas um belíssimo restaurante com uma proposta gatronômica diferente.

Pudemos provar um excelente sashimi com cortes nobres de atum, salmão, polvo, lula e camarão; tempurá de camarão e missoshiru muito bons, embora a gente coma isso lá em casa. Mas os pratos diferentes chamaram minha a atenção e de minha acompahante - a chef Maria Fernanda Campos: lishias sem pele e sem caroço, acompanhadas de pepino japonês temperado e alga tipo wakame, e pancetta com alho porró e alga. Como sobremesa, sorvete caseiro com abacaxi com raspas de limão e hortelão. Com projeto arquitetônico de Adriana Bellão e menu do chef Sérgio Seirikyaku, o Kaizen tem tudo para emplacar.