terça-feira, 24 de junho de 2008

História infantil clássica sábado no Ciaei

Um menino muito valente cuja vida é transformada ao salvar a vida de uma tartaruga. Este é enredo da peça infantil Urashima Tarô que será apresentada na sala Acrísio de Camargo, no Ciaei, dia 28, às 20 horas. A promoção é da Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados antecipadamente no Centro Cultural Wanderley Peres e no Centro de Apoio ao Turista (CAT).

Depois de muito tentar, um pequeno pescador depara-se com uma tartaruga enroscada sem uma rede. Esta suplica pela vida e Urashima decide poupá-la, mesmo sem saber que esta lhe retribuiria o gesto com uma impensável recompensa. Anos depois, o mesmo Urashima é salvo de uma tempestade e levado para conhecer o reino submarino. Em meio a tantas maravilhas, o jovem pescador não sente a rapidez do tempo passar e, quando volta para a terra firme, se depara com a maior surpresa de sua vida.

A montagem é da Cia Pé no Canto e mistura atores e bonecos em um inusitado espetáculo lúdico-teatral. Urashima Tarô é o nome do pequeno pescador e protagonista da história, adaptada de um tradicional conto infantil japonês. A direção é de André Capuano, e a adaptação do texto de Paulo Rogério Lopes. No elenco estão Elder Fraga e Joaz Campos.

Serviço:

Peça infantil “As aventuras de Urashima Tarô”

Dia 28 de junho, sábado, às 20 horas

Sala Acrísio de Camargo, Ciaei (Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 3665 – Jd. Regina)

ENTRADA GRÁTIS

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Quem tem mais de 40 (ou perto disso) vai lembrar do comercial da Varig com um desenho animado de um garoto japonês que é levado por uma tartarugao ao Brasil mas depois tem saudades do Brasil e uma fada lhe dá uma caixa com uma passagem aérea para voltar ao seu país. Era uma paródia do conto Urashima tarô, com a canção folclorica interpretada pro Rosa Miyake.

Um comentário:

Bárbara disse...

Esta é a melhor história folclorica que eu conheço. Sempre ouvia quando era criança, e achava o máximo.